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O que é uma distribuição Linux e como eles são diferentes uns dos outros

distribuição Linux

Todos sabemos muito bem que se você é um usuário Windows ou Android e você recentemente começou a navegar pelo universo Linux, então você pode ter sido sobrecarregado por um grande número de distribuições Linux que existem, enquanto é popularmente conhecido como distro. também. Uma distribuição ou distribuição Linux nada mais é do que uma versão customizada do sistema operacional original. Você sabia que existem mais de 600 distribuições Linux? Isso se deve ao código aberto, a condição de livre liberdade do Linux, que qualquer um pode expandir e modificar.

O que é uma distribuição Linux e como eles são diferentes uns dos outros

Se você é um usuário do Windows ou do Android e recentemente começou a navegar pelo universo Linux, talvez tenha ficado sobrecarregado com um grande número de distribuições do Linux, embora também seja popularmente conhecido como distros.
Uma distribuição ou distribuição Linux nada mais é do que uma versão customizada do sistema operacional original. Você sabia que existem mais de 600 distribuições Linux? Isso se deve ao código aberto, a condição de livre liberdade do Linux, que qualquer um pode expandir e modificar.
É a primeira barreira de entrada enfrentada pelos usuários do Linux, então vamos tentar superá-la, explicando o que é uma distribuição do Linux e como eles são diferentes uns dos outros. Em 2016 celebramos os 25 anos do Linux, o que foi possível graças à revolução iniciada pelo indomável e maravilhoso Richard Stallman, um dos verdadeiros heróis da informática.
Como Stallman anunciou o nascimento do software livre com sua versão livre do UNIX chamada GNU, e Linus Torvald usou-o como um embrião para desenvolver em 1991 o kernel GNU / Linux, que por acaso era chamado de Linux.
A versão pura do Linux é um kernel do sistema operacional, isto é, o núcleo do sistema. Este é o nome do código responsável por gerenciar os recursos de hardware e disponibilizá-los para as diferentes ferramentas e programas do sistema operacional.
O Linux é um kernel livre, como qualquer um pode personalizá-lo ou expandi-lo, para adicionar novas funções. Embora logicamente exista uma equipe responsável por regular o código que é integrado ao kernel Linux de maneira oficial.
Mais de 10.000 programadores participaram do desenvolvimento do Linux. De acordo com o último relatório da Linux Foundation, uma média de 1100 programadores de 225 empresas participam das atualizações trimestrais do kernel do Linux.
O Linux atualmente controla os servidores de milhares de empresas e serviços, de todos os computadores do Google à Estação Espacial Internacional, à Bolsa de Valores de Nova York, ao tráfego de São Francisco ou aos submarinos nucleares dos EUA.

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E não apenas isso, até mesmo o gigante de tecnologia do Google, o sistema operacional móvel mais usado, é claro, o próprio Android, instalado em mais de um bilhão de dispositivos, que é baseado no Linux.
Como estamos falando sobre o núcleo do sistema operacional, é necessário adicionar as camadas do sistema que permitem controlar tanto o hardware quanto o software do computador, e o fato é que é daí que vêm as distribuições do Linux. Como os sistemas operacionais que usam o kernel do Linux, mas possuem sua própria interface, ferramentas e gerenciamento de recursos.

Diferença

distribuição Linux

Para entender o que é uma distribuição Linux e por que há tantas diferenças, é necessário entender em que consiste um sistema operacional. Em palavras simples, estamos falando sobre o software que está encarregado de controlar o computador e oferecendo ao usuário as ferramentas para usar esse computador. Então, basicamente, um sistema operacional é composto de diferentes partes.
Por um lado, existe o kernel, que é aquele que se comunica diretamente com o hardware e o que oferece os recursos do sistema aos programas, para que possam usá-los. Como vimos, centenas de programadores externos participam do kernel do Linux, mas há controle sobre o que está incluído e o que não está.
Depois, há as ferramentas ou utilitários, que permitem tarefas básicas, como copiar e excluir arquivos, exibir uma mensagem de erro, instalar um programa, etc. Existem ferramentas padronizadas, chamadas GNU Utilities, que usam a maioria das distribuições, mas existem outros pacotes de ferramentas independentes. bem.
Nós também temos o shell ou interface que simplesmente permite a interface com o kernel do sistema operacional, ou seja, como dizemos ao computador o que queremos fazer. A maior parte do shell do Linux são ferramentas gráficas gerenciadas com o mouse, mas algumas ainda usam um console de comando.
O Display Server é o intermediário responsável por fazer o hardware e o usuário se comunicarem. Colete pedidos pelo teclado ou mouse e converta-os para uma linguagem que entenda o kernel. Da mesma forma, as respostas emitidas pelo sistema operacional as convertem em uma linguagem que o usuário entende e exibe na tela.
No Linux, existem diferentes servidores de exibição integrados em protocolos como o X Server, Wayland, etc. Outro componente importante é a interface do usuário ou GUI, que é o sistema usado pelo usuário para operar o computador. A maioria das GUIs usa janelas e ícones operados com o mouse, mas diferem na maneira como organizam as janelas ou ícones.
Existem outros componentes em um sistema operacional, mas estes são os mais importantes, mas, no Windows, todos eles são desenvolvidos pela gigante de tecnologia Microsoft, e ninguém mais pode modificá-los. As empresas externas participam apenas de tarefas muito específicas, como o desenvolvimento de drivers de periféricos ou programas.
A distribuição do Linux tem em comum o kernel, mas os outros componentes como as ferramentas, o shell, o Display Server, a GUI simplesmente variam entre si e são customizados ou criados do zero, então as distribuições são tão diferentes umas das outras. Embora na maioria dos casos a principal diferença seja a GUI, ou os programas e ferramentas incluídos.
Cada distribuição do Linux tem um objetivo, o que justifica sua existência. Por exemplo, distribuições como o Ubuntu se concentram em ser o mais amigável possível ao instalar ou baixar programas, enquanto o Linux Mint tira proveito do hardware potente para competir com o Windows ou o MacOS.

Existem distribuições desenvolvidas por empresas comerciais, assim como o Fedora, o Mandriva ou o próprio Ubuntu, e outras mantidas pela comunidade Linux, como o Debian, que não é relacionado a nenhuma empresa e usa apenas software.
Então, o que você pensa sobre isso? Basta compartilhar todos os seus pontos de vista e pensamentos na seção de comentários abaixo. E se você gostou deste post então simplesmente não se esqueça de compartilhar este post com seus amigos e familiares.

Sobre

trabalho com segurança da informação a 13 anos, grande parte desse tempo como professor. Fiz meu bacharelado em ciência da computação, especialização em segurança da informação e logo após, mestrado em ciência da informação.

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